questões da filosofia da religião
SOBRE O ESTRUTURALISMO.
O que é Estruturalismo?
- é um conjunto de relações formais que se estabelecem dentro de um contexto linguístico.
2. Quem é o maior defensor do Estruturalismo da tradição europeia na linguagem?
- Ferdinand Saussure, e fala da linguagem como estrutura (relações de palavras, frases e proposições, pressupondo uma organização e coerência lógica)
2.1. Como é feita a estrutura?
- De relações intrínsecas que se interligam.
3. Quais os objectivos do Estruturalismo de Saussure?
- Tratar a linguagem como estrutura formal
-tratar a língua como sistema: a língua devia ser estudada dentro da sua especificidade (cada um dos elementos só pode ser definido pelas relações de equivalência/oposição com demais elementos – forma e estrutura).
- Negar o modelo clássico que pretendia fazer exame e comparar diversas línguas para estabelecer vocábulos que definem a língua;
-conceber a língua como produto de uma imitação.
4. Qual é a importância de Saussure?
- Opôs-se ao método dos estudos clássicos: comparar diversas línguas do mundo para descobrir “semelhanças e relações” entre elas para o estabelecimento das raízes comuns de certos vocábulos;
- Rejeita a ideia clássica da língua como espelho da realidade, concebendo cada vocábulo como se tivesse relação natural com a coisa a que se refere.
5. A semiologia e semiótica são tidas como sinónimos. A) Defina semiótica.
- Estudo da vida dos signos dentro da vida social (relação dos signos e o que comportam na sociedade)
6. Charles Pierce é o defensor fundador da Semiótica. O que ele defende?
- Os componentes humanos (como o falar) se explicam como estimulo-reflexo e pelo uso que se pode dar aos signos e sua relação com as coisas.
7. Ao longo do tempo a semiótica/semiologia tiveram novos contornos, isto é, elas demarcam-se em dois pontos. Quais esses dois pontos ou quais são as duas preocupações dos semióticos?
- definição só estatuto científico aos estudos semióticos e lugar destes no contexto mais geral dos estudos semióticos.
- Dividir a semiótica em disciplinas (semântica, sintaxe e Pragmática).
7.1. o que estuda a semântica e em que desemboca a discussão da significação?
- Preocupa-se com a relação dos significados.
- Desemboca na teoria mimética: os significados são espelhos das coisas, cada palavra reflecte um objecto único.
8. A moderna ciência dos signos tem duas diferentes tradições – semiologia (iniciada por Saussure) e Semiótica (Pierce). As duas palavras são duas maneiras de entender a ciência dos signos. Diferencie-os.
- Semiologia: é a ciência que estuda a vida dos signos no seio da vida social.
- Semiótica: é a ciência que busca explicar em que consistem os signos e as que as regem.
SOBRE SEMANTICA: DIFERENCA ENTRE SENTIDO E REFERENCIA.
O que Semântica e de que se ocupa?
- É o estudo sobre o significado na linguagem. Estuda a relação da linguagem com o mundo e como nossas palavras se referem a realidade.
- Se ocupa das palavras e da sua significação.
2. Chama-se Teoria semântica, aquela que relaciona o nível ontológico e linguístico. Apresente seus conceitos-chave
- Referencia: objecto de que falamos;
- Sentido: o modo como se diz o objecto
- Verdade: adequação do dito com o conhecido.
3. Na teoria realista, o significado de uma expressão é a realidade a que essa palavra se refere, o que faz resultar uma concepção especular da linguagem, que actua como espelho que reflecte a realidade. A) Quais são as incoviniencias dessa maneira de conceber a realidade?
- Duas expressões podem referir-se a mesma realidade e ter significados diferentes
-outras palavras tem o mesmo significado e distinto referente, dependendo de quem as pronuncie.
- palavras que não tem referencia.
4. Como Frege estabelece a diferenca entre sentido e referencia?
- Referencia: objecto nomeado pelo referente;
- Sentido: o modo de dar-se desse objecto.
4.1. O que são funções para Frege?
- Termos que ocupam um lugar na oração, mas sem um sentido referencial concreto (por isso, não tem propriamente sentido).
4.2. Frege identifica o valor das orações com o sentido que ela expressa. Quando é que elas podem ser verdadeiras e falsas?
-Verdadeiras: quando condizem com o sentido que buscam explicitar
- Falsas: se não condizem com o sentido a explicitar.
4.3. De que está ligado modo como capitamos o significado?
- Ao modo como fazemos uso das palavras: conhecemos o significado quando somos capazes de usar correctamente as palavras.
Questionário.
O que é discurso?
- é a manifestação da língua na comunicação viva
- É qualquer enunciação que integre enunciação nas suas estruturas o locutor, auditor , com o desejo de o primeiro influenciar o segundo.
2. Quais as condições para que o discurso ocorra?
- Participação do sujeito através da fala deixando transparecer o que ele é, mesmo inconsciente.
-
3. Como se encara o discurso para a psicanálise e para os filósofos da linguagem?
- Psicanálise: discurso como campo privilegiado da psicanálise.
- Filósofo da linguagem: discurso como revelação ou manifestação do Ser. É a manifestação ontológica do Ser-aí (Ser do Dasein).
DISCURSO COMO FUNDAMENTO DA LINGUAGEM EM MARTIN HEIDEGGER
Porque se diz que o Discurso é o fundamento ontológico-existencial da linguagem?
- Porque aprende-se a essência da linguagem através do discurso, pois o discurso é tão originário quanto a disposição e a interpretação. O discurso insere-se no substrato essencial da linguagem.
2. Porque o ser-aí configura-se como ser-no-mundo?
- O mundo é como o invólucro em que se encontra e como existencial que caracteriza a sua situação de morar, habitar, estar habituado e cultivando sempre algo.
3. A compreensibilidade e a possibilidade nascem da interpretação. Qual é a fundamental e a originaria articulação da compreensibilidade?
- O Discurso que que se transforma em interpretação e proposição (enunciado formado por sujeito e predicado). O Ser-aí enquanto Ser-no mundo é já Discurso em que a linguagem se fundamenta.
4. Porque se diz que a linguagem é também discurso?
- Porque o Ser-aí se abre em significações no modo de ser lançado no mundo, sendo ser-no-mundo para Ser, ou melhor, porque o Ser-aí deve abrir-se ao mundo e não se fecha aí. A linguagem possibilita a compreensão do ser.
CARATERISTICAS DO DISCURSO
Quais?
- Referencia: sobre aquilo que se fala;
- Performance da fala: o falado enquanto tal
- Compartilhamento: comunicação em termos de tornar comum na participação.
- Anuncio: pronunciamento da inauguração do sentido, dando continuidade do Ser-aí.
2. Para Heidegger não se pode confundir essas características com propriedades meramente empíricas pois já perfazem a avaliação da estrutura ontológica da linguagem.
a) Onde toma impulso a existência em ocorrência do Ser em termos de Ser-aí?
- No discurso, este que desempenha o papel de abertura continua, pois ele é a constituição existencial. Assim, o silencio e a escuta compartilham a linguagem.
DISCURSO COMO AUTO-COMPREENSAO DO SER
O que é necessário para que haja discurso?
- Compreensão e escuta, onde escutar dá-se enquanto ser-com os outros, isto é, o escutar indica o estar aberto do Ser-aí, que lhe constitutivo. Assim, a escuta compõe a compreensibilidade ocorrente do mesmo Ser-aí: escuta tem a ver com a compreensão daquilo que se deixa transparecer no discurso do outro.
2. Como é que este Ser-aí escuta?
- Escuta compreendendo, e assim, sua escuta e compreensão fazem parte do Discurso fundamental.
3.Em que condição é que possível o “Ser-aí ser sempre ocorrente em compreensão”?
- é possível na condição de desde estar junto a todos os Entes. A compreensão ocorre e o Ser-aí está em ser elemento quando há o discurso na situação do Ser-com.
4. Porque da afirmação: “o discurso e escuta se dão no âmbito da compreensão”?
- Porque então pode escutar quem compreendeu: mesmo existindo divergências sobre qualquer assunto, o Ser-aí está em plena ocorrência.
4.1. Em que condição o silencio parte do discurso?
- na condição da possibilidade constitutiva, pois quem silencia dá entender que entendeu ou opõe ao compreendido pelo outro.
5. Porque: “o Ser-aí é um discursivo sem trégua”?
- Porque até mesmo na escuta, no ouvir e no silêncio ocorre activamente, sendo Ser-no-mundo. Para os gregos, o HOMEM É O QUE É PELO DISCURSO, daí que entendia-se a linguagem como discurso.
7. Porque para Heidegger, o Discurso é existencial?
- é constitutivo do Ser-aí, o Ser-aí é discurso ocorrente. A estrutura existencial é a mesma estrutura do Ser-aí que por ele se caracteriza.
7.1. Teoricamente, como conhecemos as sentenças que têm primazia?
- Com a compreensão como modo de Ser-aí que exercita de imediato nas sentenças.
8. O ser-aí em distinção constitui-se raiz da semântica: esta é capaz de florir em discurso-linguagem. Assim, qual é a pertinência da Filosofia da Linguagem?
- Equivaleria a perguntar num eterno retorno sobre o que se consagra e reconhece imanente (coincide com a ocupação dos termos de significância, compreensão e discurso).
9. Analogicamente, chega-se a dizer que o Ser-aí é a localização do Ser em ocorrência e a linguagem como meio para um fim, um instrumento mediador entre o falante enquanto sujeito e as coisas dadas e significativas fora do discurso. Qual é o motivo dessa analogia?
- Pelo facto de que o Discurso-linguagem é constitu
O que é Estruturalismo?
- é um conjunto de relações formais que se estabelecem dentro de um contexto linguístico.
2. Quem é o maior defensor do Estruturalismo da tradição europeia na linguagem?
- Ferdinand Saussure, e fala da linguagem como estrutura (relações de palavras, frases e proposições, pressupondo uma organização e coerência lógica)
2.1. Como é feita a estrutura?
- De relações intrínsecas que se interligam.
3. Quais os objectivos do Estruturalismo de Saussure?
- Tratar a linguagem como estrutura formal
-tratar a língua como sistema: a língua devia ser estudada dentro da sua especificidade (cada um dos elementos só pode ser definido pelas relações de equivalência/oposição com demais elementos – forma e estrutura).
- Negar o modelo clássico que pretendia fazer exame e comparar diversas línguas para estabelecer vocábulos que definem a língua;
-conceber a língua como produto de uma imitação.
4. Qual é a importância de Saussure?
- Opôs-se ao método dos estudos clássicos: comparar diversas línguas do mundo para descobrir “semelhanças e relações” entre elas para o estabelecimento das raízes comuns de certos vocábulos;
- Rejeita a ideia clássica da língua como espelho da realidade, concebendo cada vocábulo como se tivesse relação natural com a coisa a que se refere.
5. A semiologia e semiótica são tidas como sinónimos. A) Defina semiótica.
- Estudo da vida dos signos dentro da vida social (relação dos signos e o que comportam na sociedade)
6. Charles Pierce é o defensor fundador da Semiótica. O que ele defende?
- Os componentes humanos (como o falar) se explicam como estimulo-reflexo e pelo uso que se pode dar aos signos e sua relação com as coisas.
7. Ao longo do tempo a semiótica/semiologia tiveram novos contornos, isto é, elas demarcam-se em dois pontos. Quais esses dois pontos ou quais são as duas preocupações dos semióticos?
- definição só estatuto científico aos estudos semióticos e lugar destes no contexto mais geral dos estudos semióticos.
- Dividir a semiótica em disciplinas (semântica, sintaxe e Pragmática).
7.1. o que estuda a semântica e em que desemboca a discussão da significação?
- Preocupa-se com a relação dos significados.
- Desemboca na teoria mimética: os significados são espelhos das coisas, cada palavra reflecte um objecto único.
8. A moderna ciência dos signos tem duas diferentes tradições – semiologia (iniciada por Saussure) e Semiótica (Pierce). As duas palavras são duas maneiras de entender a ciência dos signos. Diferencie-os.
- Semiologia: é a ciência que estuda a vida dos signos no seio da vida social.
- Semiótica: é a ciência que busca explicar em que consistem os signos e as que as regem.
SOBRE SEMANTICA: DIFERENCA ENTRE SENTIDO E REFERENCIA.
O que Semântica e de que se ocupa?
- É o estudo sobre o significado na linguagem. Estuda a relação da linguagem com o mundo e como nossas palavras se referem a realidade.
- Se ocupa das palavras e da sua significação.
2. Chama-se Teoria semântica, aquela que relaciona o nível ontológico e linguístico. Apresente seus conceitos-chave
- Referencia: objecto de que falamos;
- Sentido: o modo como se diz o objecto
- Verdade: adequação do dito com o conhecido.
3. Na teoria realista, o significado de uma expressão é a realidade a que essa palavra se refere, o que faz resultar uma concepção especular da linguagem, que actua como espelho que reflecte a realidade. A) Quais são as incoviniencias dessa maneira de conceber a realidade?
- Duas expressões podem referir-se a mesma realidade e ter significados diferentes
-outras palavras tem o mesmo significado e distinto referente, dependendo de quem as pronuncie.
- palavras que não tem referencia.
4. Como Frege estabelece a diferenca entre sentido e referencia?
- Referencia: objecto nomeado pelo referente;
- Sentido: o modo de dar-se desse objecto.
4.1. O que são funções para Frege?
- Termos que ocupam um lugar na oração, mas sem um sentido referencial concreto (por isso, não tem propriamente sentido).
4.2. Frege identifica o valor das orações com o sentido que ela expressa. Quando é que elas podem ser verdadeiras e falsas?
-Verdadeiras: quando condizem com o sentido que buscam explicitar
- Falsas: se não condizem com o sentido a explicitar.
4.3. De que está ligado modo como capitamos o significado?
- Ao modo como fazemos uso das palavras: conhecemos o significado quando somos capazes de usar correctamente as palavras.
Questionário.
O que é discurso?
- é a manifestação da língua na comunicação viva
- É qualquer enunciação que integre enunciação nas suas estruturas o locutor, auditor , com o desejo de o primeiro influenciar o segundo.
2. Quais as condições para que o discurso ocorra?
- Participação do sujeito através da fala deixando transparecer o que ele é, mesmo inconsciente.
-
3. Como se encara o discurso para a psicanálise e para os filósofos da linguagem?
- Psicanálise: discurso como campo privilegiado da psicanálise.
- Filósofo da linguagem: discurso como revelação ou manifestação do Ser. É a manifestação ontológica do Ser-aí (Ser do Dasein).
DISCURSO COMO FUNDAMENTO DA LINGUAGEM EM MARTIN HEIDEGGER
Porque se diz que o Discurso é o fundamento ontológico-existencial da linguagem?
- Porque aprende-se a essência da linguagem através do discurso, pois o discurso é tão originário quanto a disposição e a interpretação. O discurso insere-se no substrato essencial da linguagem.
2. Porque o ser-aí configura-se como ser-no-mundo?
- O mundo é como o invólucro em que se encontra e como existencial que caracteriza a sua situação de morar, habitar, estar habituado e cultivando sempre algo.
3. A compreensibilidade e a possibilidade nascem da interpretação. Qual é a fundamental e a originaria articulação da compreensibilidade?
- O Discurso que que se transforma em interpretação e proposição (enunciado formado por sujeito e predicado). O Ser-aí enquanto Ser-no mundo é já Discurso em que a linguagem se fundamenta.
4. Porque se diz que a linguagem é também discurso?
- Porque o Ser-aí se abre em significações no modo de ser lançado no mundo, sendo ser-no-mundo para Ser, ou melhor, porque o Ser-aí deve abrir-se ao mundo e não se fecha aí. A linguagem possibilita a compreensão do ser.
CARATERISTICAS DO DISCURSO
Quais?
- Referencia: sobre aquilo que se fala;
- Performance da fala: o falado enquanto tal
- Compartilhamento: comunicação em termos de tornar comum na participação.
- Anuncio: pronunciamento da inauguração do sentido, dando continuidade do Ser-aí.
2. Para Heidegger não se pode confundir essas características com propriedades meramente empíricas pois já perfazem a avaliação da estrutura ontológica da linguagem.
a) Onde toma impulso a existência em ocorrência do Ser em termos de Ser-aí?
- No discurso, este que desempenha o papel de abertura continua, pois ele é a constituição existencial. Assim, o silencio e a escuta compartilham a linguagem.
DISCURSO COMO AUTO-COMPREENSAO DO SER
O que é necessário para que haja discurso?
- Compreensão e escuta, onde escutar dá-se enquanto ser-com os outros, isto é, o escutar indica o estar aberto do Ser-aí, que lhe constitutivo. Assim, a escuta compõe a compreensibilidade ocorrente do mesmo Ser-aí: escuta tem a ver com a compreensão daquilo que se deixa transparecer no discurso do outro.
2. Como é que este Ser-aí escuta?
- Escuta compreendendo, e assim, sua escuta e compreensão fazem parte do Discurso fundamental.
3.Em que condição é que possível o “Ser-aí ser sempre ocorrente em compreensão”?
- é possível na condição de desde estar junto a todos os Entes. A compreensão ocorre e o Ser-aí está em ser elemento quando há o discurso na situação do Ser-com.
4. Porque da afirmação: “o discurso e escuta se dão no âmbito da compreensão”?
- Porque então pode escutar quem compreendeu: mesmo existindo divergências sobre qualquer assunto, o Ser-aí está em plena ocorrência.
4.1. Em que condição o silencio parte do discurso?
- na condição da possibilidade constitutiva, pois quem silencia dá entender que entendeu ou opõe ao compreendido pelo outro.
5. Porque: “o Ser-aí é um discursivo sem trégua”?
- Porque até mesmo na escuta, no ouvir e no silêncio ocorre activamente, sendo Ser-no-mundo. Para os gregos, o HOMEM É O QUE É PELO DISCURSO, daí que entendia-se a linguagem como discurso.
7. Porque para Heidegger, o Discurso é existencial?
- é constitutivo do Ser-aí, o Ser-aí é discurso ocorrente. A estrutura existencial é a mesma estrutura do Ser-aí que por ele se caracteriza.
7.1. Teoricamente, como conhecemos as sentenças que têm primazia?
- Com a compreensão como modo de Ser-aí que exercita de imediato nas sentenças.
8. O ser-aí em distinção constitui-se raiz da semântica: esta é capaz de florir em discurso-linguagem. Assim, qual é a pertinência da Filosofia da Linguagem?
- Equivaleria a perguntar num eterno retorno sobre o que se consagra e reconhece imanente (coincide com a ocupação dos termos de significância, compreensão e discurso).
9. Analogicamente, chega-se a dizer que o Ser-aí é a localização do Ser em ocorrência e a linguagem como meio para um fim, um instrumento mediador entre o falante enquanto sujeito e as coisas dadas e significativas fora do discurso. Qual é o motivo dessa analogia?
- Pelo facto de que o Discurso-linguagem é constitu
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